Mudança nos hábitos de mídia dos americanos

dezembro 9, 2009

http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/index.php/2009/12/09/estudo-com-americanos-revela-mudanca-nos-habitos-de-consumo-de-midia-entre-as-geracoes/

Passem lá!

Entre o Certo e o Fácil

dezembro 9, 2009

Em muitos casos nos deparamos com uma situação assim. Um dos caminhos a se tomar é aquele que nos leva ao que o coração/razão entende ser o melhor; já o outro, nos leva para a zona de conforto, ao que seria um repeteco seguro, “mais do mesmo” que nos agrada.
Muitas vezes, o certo não parece tão certo e nem o fácil tão fácil. Mas logo que a gente para e reflete mais um pouco, a resposta vem.

No amor, por exemplo, fácil é estar numa rotina que já não agrada mais, com algém que passou a não ser mais interessante. Porém, por alguma força do universo, se separar do (a) companheiro (a) é uma missão mais complicada do que simplesmente deixar rolar. Certo, talvez, fosse “deixar partir”, desejar um caminho feliz e bem sucedido e tocar a vida. Ningém disse que seria fácil, certo?

No cinema temos essa dualidade constantemente. Pode ser ficção, talvez mais presente nos romances, comédia. Simplesmente está ali. O mocinho e a mocinha que não podem ficar juntos por um motivo maior, decidem se separar, porque é o mais acertado. Depois de toda a saga do herói e do ponto de virada, o mocinho e a mocinha retomam suas vidas e agora, sim, prontos para encarar o certo de verdade: todos os obstáculos para estarem perto um do outro, fazendo o que o coração manda.

E no nosso dia a dia?  Hora do almoço, por exemplo. Você, que trabalha ou faz estágio, sabe muito bem que comer no caminho para o escritório ou “qualquer coisa rápida” é o que vinga. Depois você se acerta com a balança, colesterol, pressão, certo? Não, fácil. Mas, às vezes, não resta outra opção a não ser escolher o fácil pelo bem maior.

E quando escolhemos o certo, às vezes parece que deu tudo errado. Parece que os dias estão (mais) nublados, chove sem que estejamos de guarda-chuva e faz frio quando não temos blusa (bem que sua mãe falou para levar!). E por quê essa sensação? Porque crescemos. Nos libertamos daquilo que não nos deixava perceber o mundo com mais clareza. Permitimos que nossa zona de conforto fique uma zona mesmo, bem bagunçada. Porque sabemos que, assim que ela entrar em ordem de novo, será hora de reavaliar o certo. E o fácil. E será esse o certo? Fácil!

Fale conosco. Seu monólogo é bem vindo.

dezembro 7, 2009

Ultimamente tenho me deparado com uma constante: a falta de respostas. Eu não acreditava que era possível ficar tão no escuro assim, achava que era mais uma falta de sorte minha, mas não.
Como estudante de publicidade aproveito para colocar meus olhos críticos por aí. E espero que esse post faça efeito, já que as empresas perceberam que muito é falado sobre elas pelas redes sociais e blogues.

Seja lá qual for a sua reclamação, sugestão ou comentário, as empresas tem uma arma muito eficaz (se bem utilizada e atualizada) que se chama CRM – Costumer Relationship Management. Nele, como nome já diz, deve existir uma manutenção da relação entre empresa e consumidor. Para a empresa, sua opinião ajuda a melhorar os produtos e serviços. Para você, consumidor, o retorno é o “sentir-se com voz ativa e possibilidade de mudança”, além de ter produtos e serviços com maior qualidade. Lindo, não é? Em teoria, sim. E na prática? Nem sempre o céu de brigadeiro.

Algumas empresas conseguem a proeza de, sim, cuidar dessa relação. Dar atenção sem torturar o consumidor no call center com o famigerado telemarketing. Empresas que entendem que a prioridade é o consumidor, caso contrário elas não teriam lucros. Ponto para elas!
Enquanto que outras preferem simplesmente ter o “fale conosco” como uma norma cumprida. O que me leva a perguntar: se as empresas investem milhares de reais em uma pesquisa de mercado que meça a satisfação do consumidor em relação a seus produtos/serviços, por quê não economizar alguns desses milhares e fazer um SAC que nao enlouqueça ninguém? Por quê não utilizar essa ferramenta maravilhosa a seu próprio favor e incentivar o pós-venda entre os funcionários, fazendo disso o seu diferencial de mercado?

Há ainda muito a se explorar nesse campo, certamente, mas que o “lidar com pessoas” não seja esquecido. No geral, quem fala, reclama, se impõe quer um feedback, quer ver que sua reclamação/sugestão foi considerada e não apenas falar com as paredes – para não dizer máquinas que atendem telefone. Automatizar a produção e otimizar é, sim, importante e necessário. Mas o outro lado, o do consumidor – aquele que é atingido pela sua mensagem (que custou para ser produzida e veiculada), que compra e dá o lucro – tem que ser respeitado.

Geração Y, o trabalho e a tecnologia

dezembro 1, 2009

http://www.focoemgeracoes.com.br/index.php/2009/12/01/a-questao-das-geracoes-esta-muito-alem-da-data-de-nascimento/

VALE MUUUITO A PENA!

Tendências – em inglês

novembro 30, 2009

http://www.youtube.com/watch?v=KFKKxD_Woq4

Tendencias, moda, cultura, comunicação.

 

Songbook

novembro 27, 2009

Trabalho realizado para a Escola panamericana de Arte (EPA)

Projeto: confecção de capas do Songbook Skank e Pink e Floyd.

Design Editorial – MIXMAG

novembro 27, 2009

Projeto: expressar com personalidade e unidade visual seu conteúdo.

Pão de Açucar – mídia mobile

novembro 27, 2009

Projeto: Storyboard para realização de projeto audiovisual para mobile em PDV. Grupo Pão de Açucar pela responsabilidade social em redes sociais.

CD – Fernanda Takai

novembro 27, 2009

Projeto: valorizar o conteudo, dirigí-lo ao público-alvo e despertar seu interesse.

 

 

Embalagens DE CECCO

novembro 26, 2009

Projeto de embalagens realizado para Escola Panamericana de Arte e Design.

Objetivo: projetar embalagens de temperos que sirvam às funções de acondicionamento e tranporte; bem como agregar valor ao produto através do design.

Resultado: embalagens dos temperos em metal com tampas que fecham por ímãs. Embalagens de azeite vinagre em vidro cilindrico e fachamento tradicional, por tampa de rosquear.